“Um homem precisa viajar. Por sua conta, não por meio de histórias, imagens, livros ou TV. Precisa viajar por si, com seus olhos e pés, para entender o que é seu. Para um dia plantar as suas próprias árvores e dar-lhes valor. Conhecer o frio para desfrutar o calor. E o oposto. Sentir a distância e o desabrigo para estar bem sob o próprio teto. Um homem precisa viajar para lugares que não conhece para quebrar essa arrogância que nos faz ver o mundo como o imaginamos, e não simplesmente como é ou pode ser. Que nos faz professores e doutores do que não vimos, quando deveríamos ser alunos, e simplesmente ir ver. ” Amyr Klink


quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

Entao...

Por que eles deixam o teclado configurado em ingles, se o resto ta tudo em portugues. Nos outros micros, em ingles, o teclado eh abnt. Ai ai. E eu nao sei configurar!! Eles usam hackintosh aqui! Confuso...
Voltei pra entrar em detalhes sobre o passeio em Santa Tereza e os dias no hostel ate hoje. Agora que minha panturrilha finalmente parou de doer e consigo subir e descer escadas sem pensar num palavrao, ja sou capaz de lembrar com clareza das atividades do dia.
Havia sido combinado de nos encontrarmos (o pessoal do CouchSurf) as 16H no metro Gloria. Por um milagre que nem Santo Expedito esperava, cheguei cedo. A toa. As pessoas se atrasaram e eu fiquei meia hora que nem barata tonta, pra la e pra ca, tentando ter certeza que estava no bat-lugar e bat-horario certos. Estava.
Encontrei a Cristiana - a organizadora - e a Ana - a hospede argentina da Cristiana - sentadas na escadaria esperando. Cinco minutos depois chegou um frances, que vou ficar devendo o nome. Vinte minutos depois ninguem mais tinha aparecido e decidimos ir so nos quatro mesmo... rsrs. O engracado era que o frances estava hospedado em Sta Tereza e sabia mais do lugar que a organizadora do evento, eles ficavam discutindo qual seria o melhor caminho, e isto foi o inicio da tortura "vai pra la, vem pra ca". Pouco depois cruzamos com uma trupe de hermanos, seis para ser exata, entre venezuelanos, argentinos, equatorianos e um ingles que vive no Mexico. E a Cristiana fala espanhol. E o frances fala espanhol. E eu nunca me senti tao excluida por nao falar espanhol na vida rsrsrs. Tive vergonha do meu ingles humilde.
Mas apesar disso foi divertido - pelo menos as partes que deu pra entender kkkk. As oito caiu o diluvio e isso espantou a turistada. Vim pro hostel.

Ai conheci a Shin Ma, taiwanesa que mora no Canada e agora minha vizinha de beliche! :D Que doce de garota, ri de qualquer coisa e te pergunta como falar tudo em portugues. A gente ficou tomando umas no bar do hostel (o Daniel, menino gente fina que fica no bar, me fez um rainforest que me deixou alta em dois segundos) e interagindo com o ecossistema local. :)
Ah, nao mencionei que minhas outras vizinhas de quarto, que tinha conhecido pela manha, eram um trio de capixabas de nome exotico: Zenaide, Rimia e Natame. Adorei os nomes e as pessoas. Uma pena que foram embora no dia seguinte.

(Fotos quando eu chegar em casa, prometo)

1 comentários:

Souza Júnior disse...

Eita!
Aventuras de Hostel. Uhul! Preciso viajar e deixar de ficar em hotéis, passar a ficar em Hostels.
Será que @vgleao leu esse post? Acho que não, mas ia ser ótimo para ele parar de pensar que Hostel é Albergue de filme de terror.
bjotoemlafanessasegunda

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